segunda-feira, 21 de agosto de 2017

ViaQuatro apresenta solução para vão entre o trem e a plataforma


17/08/2017Notícias do Setor ANPTrilhos         
Dispositivo feito de material totalmente reciclável, reduz em 50% o espaço entre o trem e a plataforma

Para garantir ainda mais segurança aos seus passageiros, a ViaQuatro, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela de metrô, instalou um dispositivo que reduzir pela metade o vão que separa os trens e a plataforma em todas as suas estações.

Além de proporcionar mais conforto, segurança ao facilitar o embarque e desembarque dos passageiros, a implantação visa diminuir o número de objetos na via e colaborar com o meio ambiente.

Desenvolvido pela ViaQuatro, este é o primeiro dispositivo a utilizar material totalmente reciclável, de alta resistência e com pintura de proteção que atende as normas do Corpo de Bombeiros de São Paulo (Norma IT.10). Ao todo, 2.200 peças foram instaladas nas sete estações da Linha 4-Amarela, que transporta atualmente cerca de 700 mil usuários por dia útil.


Toda a ação segue em conformidade com os valores da concessionária de manter o respeito pelo indivíduo, pela vida e pela natureza.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Trem Intercidades será alterado para viabilizar início das obras



15/08/2017 - Gazeta de Taubaté

O estudo de viabilidade do Trem Intercidades, projeto para interligar o Vale do Paraíba às principais regiões metropolitanas de São Paulo, está em fase final de atualização e sofrerá mudanças para redução de custos.

O projeto será viabilizado por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada) de US$ 5,4 bilhões (R$ 17 bilhões). O Estado precisa entrar com US$ 1,8 bilhão (R$ 5,7 bilhões), dinheiro que hoje não existe nos cofres públicos.

Para resolver esse impasse, a EDLP (Estação da Luz Participações), responsável pelo estudo de viabilidade, entrega neste segundo semestre uma atualização do projeto original, concluído há cinco anos.

A ideia é propor que a empresa vencedora da licitação para o Trem Intercidades também explore uma das linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Dessa maneira, o Estado não precisaria dar R$ 5,7 bilhões.

Os detalhes da atualização do projeto foram apresentados em seminário sobre o tema na última sexta-feira, em Limeira. “Uma das hipóteses estudadas para reduzir o aporte [do Estado] é colocar o serviço prestado pela CPTM junto com o Trem Intercidades, que passaria a ter dois níveis de serviço: o transporte metropolitano, com diversas paradas e tarifa da CPTM, e o serviço intercidades, que é um trem expresso, com outro nível de serviço, menos paradas”, disse o diretor comercial da EDLP, Roberto Meira.

“Isso vai permitir uma redução no investimento. Em vez de fazer seis vias, como estávamos prevendo [duas já existem], a gente vai juntar CPTM e Trem Intercidades, possibilitando ter menos investimento em via permanente. Hoje, com tecnologia, você consegue operar diversos trens em poucas vias, com os pátios de cruzamento”, completou.

O projeto ferroviário vai interligar as regiões metropolitanas de Campinas, São Paulo, Vale do Paraíba, Sorocaba e Baixada Santista. Campinas foi escolhida para iniciar o projeto por ter maior demanda: 68.384 passageiros ao dia.

A RMVale vem em seguida, com 48.392 usuários ao dia. Baixada Santista (32.564) e Sorocaba (20.440) aparecem na sequência. O trecho do Vale, no entanto, será o último a ser concluído.

PRAZOS


A implantação do trem foi anunciada pelo Estado em novembro de 2012. Cinco anos depois, o projeto ainda está emperrado. A entrega deveria ocorrer em 2016. Em maio deste ano, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) viajou aos Estados Unidos para tentar vender o projeto a investidores.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Maringá quer VLT em lugar de BRT, e convida empresa francesa para analisar viabilidade


12/08/2017 - Diário do Transporte

A cidade de Maringá, localizada na região noroeste do Paraná, quer um VLT.Com mais de 400 mil habitantes, a terceira maior cidade do estado recebe nos próximos dias a visita de consultores de uma empresa francesa especializada em transporte ferroviário de carga e de passageiros.

A visita, ainda mantida em certo suspense, terá como objetivo uma análise prévia da viabilidade de implantação de um veículo leve sobre trilhos (VLT). A notícia da visita foi feita pelo secretário de Mobilidade Urbana, Gilberto Purpur, que não dá mais detalhes, nem o nome da empresa.

Na imprensa local o secretário apenas diz que a empresa “tem a maior expertise no mundo em projetos de engenharia nessa área”.

Purpur, que esteve em junho no Rio de Janeiro para conhecer o VLT Carioca, dá três motivos para justificar a opção pelo modal sobre trilhos em lugar de um BRT: ele é mais silencioso e não poluente (elétrico), mais amigável ao passageiro (circula ao nível da rua) e não interfere na paisagem urbana, o que pode estimular o uso do transporte coletivo.

O modelo carioca inspira as pretensões da cidade de se tornar a primeira do Sul do País a contar com essa modalidade de transporte.

De acordo com a secretaria, a primeira linha do VLT a ser construído em Maringá teria cerca de 8,5 km entre a Praça Geoffrey Wilde Diment e o antigo aeroporto. O prefeito de Maringá, Ulisses Maia (PDT), imagina VLT implantado em três anos.

Os motivos para tanta confiança são dados pelo secretário Gilberto Purpur: “temos todas as condições físicas para ter o VLT leste-oeste, topografia favorável, número de passageiros compatível com o projeto e sem precisar fazer desapropriações”, explica ele para o jornal da cidade.

O objetivo do estudo de viabilidade econômica será comprovar que o fluxo estimado de passageiros comporta o investimento. O secretário afirma que para o traçado pretendido a demanda de passageiros é muito parecida com o que se transporta no Rio, cujo VLT circula com 35 mil pessoas/dia. Maringá, garante Gilberto Purpur, transporta 27 mil passageiros/dia na linha leste-oeste, via Brasil, com um sistema deficiente.

O convite para a empresa francesa visitar a cidade – sem custos para os cofres públicos – não é ocasional. O fato de a França ser um país avançado no transporte de passageiros por VLT é uma aposta que inclui já a possibilidade de futuros investimentos. Caso o parecer dos consultores seja positivo aos estudos preliminares da prefeitura, esse seria um passo importante para captar recursos para o modal.

De acordo com a secretaria, a primeira linha do VLT teria cerca de 8,5 km entre a Praça Geoffrey Wilde Diment e o antigo aeroporto. “Estamos bem confiantes, porque temos todas as condições físicas para ter o VLT leste-oeste, topografia favorável, número de passageiros compatível com o projeto e sem precisar fazer desapropriações”, explica o secretário.

 VISITA AO VLT DO RIO DE JANEIRO FOI PROMOVIDA PELA ANPTRILHOS:

O Vice-Prefeito de Maringá, Edson Scabora, e o Secretário Municipal de Mobilidade Urbana, Gilberto Purpur visitaram o VLT do Rio de Janeiro em 22 de junho deste ano. Eles participaram de uma visita técnica organizada pela Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos).

Além de Maringá, representantes das prefeituras de Sorocaba e Cubatão também participaram da visita ao VLT.

Segundo a ANPTrilhos, associação que trabalha pelo desenvolvimento do transporte de passageiros sobre trilhos, a visita teve como objetivo apresentar os principais benefícios e desafios para a implantação desse sistema nas cidades brasileiras.

Cubatão pleiteia a extensão do VLT da Baixada, operado pela EMTU, e Sorocaba já trabalha num modelo de projeto de implantação do modal através de uma PPP – Parceria Público Privada.




terça-feira, 15 de agosto de 2017

Santos estuda implantação de duas novas fases do VLT


30/07/2017 - A Tribuna

Santos assinou um termo de cooperação com a EMTU para iniciar estudos que podem viabilizar duas novas etapas de ampliação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Cidade: a fase 3, para o modal trafegar da Avenida Conselheiro Nébias à Praia; e a fase 4, que levará passageiros da Conselheiro Nébias até a Ponta da Praia pela Avenida Afonso Pena.

Além disso, em 60 dias a Prefeitura quer entregar a documentação para que o Estado abra, até dezembro, licitação das obras da fase 2 – trecho entre a Conselheiro Nébias e o Valongo. A assinatura ocorreu na presença do governador Geraldo Alckmin (PSDB), no sábado (29), durante cerimônia da Vila Criativa na Vila Progresso.

O diretor-presidente da EMTU, Joaquim Lopes, explicou que a parceria permite que a empresa, que é responsável pelo VLT, trabalhe em conjunto com a Prefeitura de Santos para desenvolver os projetos que são estritamente municipais.

“Como (nas fases 3 e 4) os deslocamentos serão de Santos para Santos, não podemos desenvolver isso. O protocolo de intenção assinado vai virar um convênio de cooperação técnica. Com ele, o prefeito solicita que se permita o trabalho em conjunto, para desenvolver o projeto. O documento pronto cria condições para que Santos se habilite para buscar recursos (para as obras)”, disse Lopes.

O prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) ressaltou que, apesar de a fase 2 não estar finalizada ainda, a ideia é garantir celeridade. “A segunda etapa está no processo final de licenciamento e a expectativa é que em 60 dias isso esteja concluído – o que vai possibilitar o Estado licitar ainda este ano para tirar (a obra) do papel. Aí, a gente tem a necessidade de pensar na expansão do modal dentro da Cidade. Por isso, a ideia da fase 3, que é a conexão com a Praia, e da fase 4, que é a conexão com a Ponta da Praia”.

Barbosa quer todo esse trâmite pronto para conseguir apoio financeiro dos governos federal e estadual. “Com os estudos feitos, projetos concluídos e valores atribuídos, poderemos dividir as competências em termos de recursos para executar as obras”.


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Governo anuncia suspensão de negociação para retomada do VLT após operação


Vagões do VLT estão parados em Várzea Grande desde 2014; obra, que foi iniciada em 2012, segue sem prazo para ser concluída (Foto: Edson Rodrigues/Secopa)

Operação da Polícia Federal apura suposto esquema de pagamento de propina em obra orçada em mais de R$ 1 bilhão. Obra está parada desde dezembro de 2014.

Por Lislaine dos Anjos, G1 MT
09/08/2017 14h41  Atualizado há 1 hora

O governo estadual anunciou, nesta quarta-feira (9), a suspensão do diálogo que mantinha com o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande para a retomada da obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que estão paradas por força de decisão judicial desde dezembro de 2014. A medida foi anunciada após a Polícia Federal deflagrar a Operação Descarrilho, contra fraudes na obra que já consumiu mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos.
A operação investiga um suposto esquema de propina envolvendo representantes de empresas responsáveis pela obra e o desvio de verba por meio de empresas contratadas pelo Consórcio VLT.
Ao todo, são cumpridos 19 mandados, sendo um de condução coercitiva contra o ex-secretário extraordinário da Copa do Mundo (Secopa), Maurício Guimarães, e 18 de busca e apreensão em Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
Segundo o governo do estado, a decisão pela suspensão das negociações com o consórcio foi tomada acatando posicionamento da Secretaria de Cidades (Secid), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Controladoria Geral do Estado (CGE).
De acordo com a PF, a operação apura crimes de fraude em procedimentos licitatórios, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais que teriam ocorrido durante a escolha do modal VLT e a execução da obra na capital mato-grossense, visando à Copa do Mundo de 2014.
A obra
Com R$ 1 bilhão já investido, a obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que deveria ter ficado pronta até junho de 2014, completou dois anos e sete meses parada.
Conforme o governo, o maior impasse é em relação ao custo para concluir o projeto. O estado diz já ter repassado R$ 1.066 bilhão às empresas e que o consórcio chegou a pedir mais R$ 1,2 bilhão para terminá-la. Inicialmente, esse projeto estava orçado em R$ 1,4 bilhão. Ou seja, a obra sairia pelo dobro do orçamento inicial.
No mês passado, o governo do estado e o Consórcio VLT pediram à Justiça Federal mais 30 dias para apresentarem uma nova proposta de acordo para a retomada das obras do VLT em Cuiabá e Várzea Grande. Os ministérios públicos Estadual e Federal já se manifestaram, por duas vezes, contrários ao acordo selado pelo governo e o consórcio construtor em março deste ano.
Entre os pontos de discordância também está o valor para a retomada das obras. De acordo com um estudo de uma empresa contratada pelo governo, seriam necessários R$ 922,7 milhões para a retomada da implantação.
O acordo para a retomada das obras do VLT precisa do parecer favorável dos MPs e da homologação da Justiça para ser colocado em prática. As obras estão paradas desde dezembro de 2014, por força de decisão judicial.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Excesso de lixo nas linhas férreas aumenta riscos de acidentes e proliferação de insetos


Lixo nos trilhos – Foto: Divulgação/Trensurb

19/07/2017Notícias do Setor       
Um tema alheio à operação do transporte de passageiros tem sido preocupação constante das companhias metroferroviárias: o excesso de lixo nas linhas férreas. São resíduos que variam de itens domésticos a materiais de construção e até mesmo móveis. Para se ter uma ideia da relevância do problema, só a SuperVia, no Rio de Janeiro, que atua em cinco ramais ligando o centro da cidade ao subúrbio carioca, retira, em média, mil toneladas de lixo por mês da sua malha.

Em geral, o lixo é depositado por comunidades que vivem no entorno das linhas férreas. São famílias carentes que moram em invasões. Com isso, acabam utilizando as faixas de domínio como depósitos. “Eles jogam porque sabem que nós vamos recolher. Trata-se de uma questão cultural e de um círculo vicioso”, afirma o gerente de via permanente da SuperVia, Roberto Fisher. Segundo ele, é comum os moradores quebrarem os muros que separam as comunidades das ferrovias e criarem passagens clandestinas para despejo do lixo.

Diversos são os problemas causados pelo acúmulo desses resíduos nas linhas férreas. O principal é o risco de os trens colidirem com algum objeto de grande porte, aumentando, assim, a possibilidade de ocorrência de acidentes. A existência de insetos e roedores que, além de contribuírem para a proliferação de vetores de doenças, danificam equipamentos de sinalização, roem fios e acabam provocando curto-circuitos nos trilhos, esse é outro fator crítico. O excesso de lixo também compromete a drenagem em épocas de chuvas. “Os resíduos obstruem canaletas e bueiros que fazem o escoamento pluvial, o que acaba gerando acúmulo de água na ferrovia”, explica o gerente da SuperVia.

Apesar de todos os problemas gerados com o depósito, as empresas têm feito um trabalho permanente de retirada. A CBTU de Belo Horizonte, por exemplo, recolhe diariamente cerca de 1,5 tonelada de lixo ao longo de toda a via do metrô. A Metrofor, que opera duas linhas no metrô de Fortaleza, retira uma média de 300 toneladas de lixo por mês nos 43 km em que opera. Além disso, trabalha em um programa para diferentes destinações desses resíduos.

Campanhas

As operadoras metroferroviárias trabalham frequentemente em campanhas para que os moradores das comunidades próximas às ferrovias não despejem lixo nas linhas. São ações como entrega de panfletos nas estações e trens, palestras nas regiões que circundam os trilhos, instalação de lixeiras, placas de orientação ou construção de jardins, sempre com a participação da comunidade.

A reportagem completa está na edição mais recente da Revista CNT Transporte Atual. Clique aqui e leia a reportagem em PDF


18/07/2017 – Agência CNT de Notícias

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

As 50 cidades com a melhor mobilidade do país


O ranking Connected Smart Cities avaliou mais de 500 municípios brasileiros e listou os 50 melhores no quesito mobilidade e acessibilidade
Apesar das mudanças no projeto de ampliação de ciclovias imposto pela gestão João Doria, São Paulo foi eleita novamente como a melhor cidade brasileira em mobilidade urbana e acessibilidade.
A ressalva foi feita pela própria Urban Systems, que montou o ranking Connected Smart Cities. A presença de São Paulo no topo do ranking é justificado pela boa integração entre meios de transporte, mais de 400 km de extensão de ciclovias (que privilegiam o transporte não-poluente), ampla rede de metrô e trem, maior cobertura dos serviços de transporte compartilhado (aplicativos como Uber, 99 e Cabify, por exemplo), além das três rodoviárias e dois aeroportos.
A pontuação leva em consideração oito critérios: proporção entre ônibus e automóveis; idade média da frota dos meios de transporte públicos; quantidade de ônibus por habitante; variedade dos meios de transporte; extensão de ciclovias; rampas para cadeirantes (acessibilidade); número de voos semanais (conectividade com outras cidades); e transporte rodoviário.
Todos os quatro primeiros lugares do ranking repetiram as posições do ano passado: São Paulo (SP), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR).
Um destaque foi a cidade de Curvelo, em Minas Gerais, que não entrou nem no ranking das 50 melhores no ano passado mas já apareceu em 10º lugar em 2017.
Segundo a Urban Systems, a proporção de ônibus por automóvel na cidade é grande (98 ônibus para cada carro particular), bem como a de ônibus por habitante (21 para cada mil pessoas).
Curvelo ainda não tem aeroporto, mas o governo estadual já anunciou um projeto de integração, que prevê a construção de um terminal na cidade (e em outros 11 municípios), o que vai melhorar a conectividade.
Veja o ranking completo das 50 cidades mais acessíveis do Brasil:

2017
2016
Município
Pontuação
1
São Paulo (SP)
3,381
Brasília (DF)
3,32
Rio de Janeiro (RJ)
3,195
Curitiba (PR)
2,285
Belo Horizonte (MG)
2,243
10º
Fortaleza (CE)
2,007
27º
Salvador (BA)
1,94
Porto Alegre (RS)
1,915
22º
Recife (PE)
1,758
10º
Curvelo (MG)
1,723
11º
11º
Teresina (PI)
1,7
12º
16º
São Caetano do Sul (SP)
1,659
13º
Guarulhos (SP)
1,647
14º
Moju (PA)
1,628
15º
37º
Nilópolis (RJ)
1,61
16º
18º
Valinhos (SP)
1,568
17º
Campinas (SP)
1,561
18º
Lauro de Freitas (BA)
1,533
19º
23º
Osasco (SP)
1,527
20º
Goiânia (GO)
1,527
21º
Parauapebas (PA)
1,517
22º
João Pessoa (PB)
1,516
23º
Maceió (AL)
1,484
24º
Barcarena (PA)
1,465
25º
Barueri (SP)
1,45
26º
12º
Balneário Camboriú (SC)
1,44
27º
43º
Mauá (SP)
1,43
28º
Caieiras (SP)
1,421
29º
Natal (RN)
1,415
30º
21º
Vitória (ES)
1,404
31º
Parnamirim (RN)
1,4
32º
Contagem (MG)
1,398
33º
Várzea Paulista (SP)
1,397
34º
26º
Jundiaí (SP)
1,396
35º
Tobias Barreto (SE)
1,364
36º
40º
Palmas (TO)
1,36
37º
Juazeiro do Norte (CE)
1,359
38º
Altamira (PA)
1,352
39º
São João de Meriti (RJ)
1,349
40º
Ribeirão Pires (SP)
1,339
41º
Manicoré (AM)
1,323
42º
Poá (SP)
1,31
43º
Simões Filho (BA)
1,303
44º
Rio Largo (AL)
1,29
45º
Surubim (PE)
1,286
46º
Suzano (SP)
1,28
47º
Esteio (RS)
1,279
48º
Crato (CE)
1,271
49º
39º
Aracaju (SE)
1,267
50º
Acará (PA)
1,261
02/07/2017 – Revista Exame